sábado, 21 de abril de 2018

Pesquisa Datafolha: "Presidente da República (BRASIL) Michel Temer é rejeitado por 70% dos brasileiros!"

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O governo do presidente Michel Temer (MDB) é reprovado por 70% dos brasileiros, segundo o Datafolha. Em meio a novas investigações que podem levar a uma terceira denúncia criminal contra Temer em menos de um ano e à declarada pretensão do emedebista de se candidatar à reeleição, o percentual da população que considera a gestão dele como ruim ou péssima se manteve o mesmo em relação ao levantamento anterior do instituto de pesquisas, divulgado em janeiro.

O Datafolha ainda mostra que, após um ano e dez meses no cargo, Temer tem seu governo considerado regular por 23% da população (eram 22% em janeiro) e ótimo ou bom por 6%, número que se manteve estável. Não souberam responder ao instituto de pesquisas 1% dos entrevistados, indicador que era de 2% no levantamento anterior.

Um mês após a divulgação do crescimento de 1% da economia brasileira em 2017, primeira elevação do PIB depois de dois anos de recessão, o governo Michel Temer teve a nota levemente aumentada pelos brasileiros, conforme o Datafolha. O número passou de 2,6 para 2,7. Segundo o instituto de pesquisas, 41% dos entrevistados deram nota zero à gestão do emedebista e apenas 2% concederam a nota máxima, dez.

Temer aposta na recuperação da economia como marca de seu governo e trunfo eleitoral. Se não for candidato à reeleição, ele busca se manter relevante na própria sucessão por meio de um candidato que defenda seu legado na campanha. Diante da dificuldade de encontrar nomes com tal disposição fora do Planalto, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles deixou o cargo e se filiou ao MDB com esse propósito. Assim como Temer, contudo, ele patina nas pesquisas de intenção de voto. Meirelles marcou 1% no Datafolha divulgado no último domingo, enquanto o presidente variou entre 1% e 2%.

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quinta-feira, 19 de abril de 2018

"Eleição presidencial já tem 16 pré-candidatos oficializados!"

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Dentre eles há ex-presidentes, senadores, deputados, ex-ministros e até um ex-ministro do STF

Brasília - A exatos seis meses da eleição presidencial deste ano, pelo menos 16 nomes já se colocaram publicamente na disputa. Os partidos devem anunciar seus pré-candidatos até o início de agosto, quando termina o prazo para cada legenda definir as candidaturas nas convenções.

Dentre os concorrentes ao pleito, há ex-presidentes, senadores, deputados, ex-ministros e até um ex-ministro do Supremo Tribunal Federal.

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quarta-feira, 18 de abril de 2018

"Ex-governadores do Rio de Janeiro Garotinho e Rosinha vão a interrogatório, mas audiência é suspensa!"

Garotinho e Rosinha são entrevistados na chegada ao fórum (Foto: Kamilla Póvoa/Inter TV)

Entre as razões estão a ausência de advogado e a necessidade em ouvir testemunhas antes dos réus

A Justiça em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, adiou para as 13h do dia 05 de junho a audiência de interrogatório dos ex-governadores do Rio, Anthony Garotinho (PRP) e Rosinha Garotinho (PEN), além de outros seis réus da ação, entre eles o ex-ministro dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues, e ex-secretários da Prefeitura de Campos.

Garotinho e Rosinha chegaram ao fórum Maria Tereza Gusmão às 13h. A audiência começou por volta das 13h40, mas o juiz, Ralph Manhãs, após conversa com os advogados, decidiu, por volta das 15h, suspender o interrogatório por duas razões: a ausência do advogado do casal Garotinho por problema de saúde e a necessidade de ouvir algumas testenunhas antes do interrogatório dos réus.

A defesa do ex-ministro chegou a dizer que ele e um outro réu não iram participar da audiência desta quarta mas responderiam ao interrogatório por carta precatória.

Rosinha e Garotinho também se pronunciaram logo que chegaram ao fórum. Garotinho disse que colabora com as investigações e que provará ser inocente, não tendo nada a temer.

Os políticos são réus na ação eleitoral aberta a partir da Operação Caixa D' Água, que prendeu os ex-governadores e mais seis pessoas em novembro de 2017.

A audiência é a fase final do processo. Após os réus serem ouvidos, em 5 de junho, a defesa e a acusação apresentarão as alegações finais e, em seguida, a Justiça decidirá a sentença de primeira instância.

Durante as prisões, todos os réus negaram envolvimento em qualquer crime.

Operação Caixa D' Água:

A ação eleitoral foi aberta a partir das investigações da Operação Caixa D’Água. Segundo a Polícia Federal, foram identificados elementos que apontam que a empresa JBS firmou contrato fraudulento com uma empresa sediada em Macaé para a prestação de serviços na área de informática.

Ainda de acordo com a PF, há suspeita, porém, de que os serviços não tenham sido prestados e de que o contrato, de aproximadamente R$ 3 milhões, serviria apenas para o repasse irregular de valores para a utilização nas campanhas eleitorais.

Garotinho foi preso no Rio de Janeiro e Rosinha em Campos. Ambos ficaram presos no Rio.
O casal Garotinho e o ex-ministro Antônio Carlos Rodrigues foram soltos em dezembro por decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Todos os outros réus também estão soltos.

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terça-feira, 17 de abril de 2018

"Arrecadação de loterias da Caixa tem o melhor desempenho dos últimos 5 anos!"



Segundo a Caixa, em março a arrecadação atingiu R$ 1,1 bilhão, crescimento de quase 16% em relação a março do ano passado

A Mega-Sena continua liderando as vendas de apostas, com R$ 456,7 milhões; a Lotofácil vem em segundo, com R$ 336,8 milhões; e a Quina em terceiro, com R$ 192,8 milhões.

“No primeiro trimestre, apresentamos a melhor performance das loterias nos últimos cinco anos. Foi ofertado R$ 1,02 bilhão em prêmios para mais de 69 milhões de apostadores, e repassado R$ 1,6 bilhão para as áreas sociais, como educação, esporte, segurança pública, cultura e saúde”, disse o vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa, Valter Nunes.

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segunda-feira, 16 de abril de 2018

"Governo propõe salário mínimo de R$ 1.002 para 2019!"


Salário mínimo atual é de R$ 954.00.

O governo propôs um salário mínimo de R$ 1.002 para 2019. O valor consta do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do ano que vem, anunciado nesta quinta-feira (12/4/2018). Atualmente, o mínimo é de R$ 954.

Será a primeira vez que o salário mínimo, que serve de referência para cerca de 45 milhões de pessoas, ficará acima da marca de R$ 1 mil. A proposta será encaminhada agora ao Congresso. Entretanto, o governo ainda pode mudar o valor caso haja alteração na previsão para a inflação deste ano, que compõe a fórmula para o cálculo do reajuste do mínimo do ano que vem.

O reajuste começa a valer em janeiro de 2019, com pagamento a partir de fevereiro.

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domingo, 15 de abril de 2018

"Supremo Tribunal Federal decide que Ex-Governador do RJ Cabral deve retornar para o sistema penitenciário do Rio de Janeiro!"



Por 3 votos a 1, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral deve retornar para o sistema penitenciário do Rio de Janeiro. Com a decisão, o colegiado anulou a decisão do juiz federal Sérgio Moro que determinou a transferência de Cabral para um presídio na região metropolitana de Curitiba, onde o ex-governador também responde a processos penais no âmbito na Operação Lava Jato. Cabral é réu em mais de 20 processos e está preso preventivamente por acusações de corrupção.

Em janeiro, ao transferir o ex-governador para um presídio em Curitiba, Moro atendeu a pedido do Ministério Público Federal (MPF), ante constatação de supostas regalias ao ex-governador na unidade em que estava preso no Rio, como entrada de alimentos proibidos, uso de aquecedor elétrico, chaleira, sanduicheira, halteres, dinheiro além do limite permitido e colchões diferenciados das demais celas.

O resultado do julgamento foi alcançado com base no voto do relator, ministro Gilmar Mendes. De acordo com o ministro, a transferência de Cabral para Curitiba não se justifica legalmente para a instrução dos processos penais.

"A transferência para o Paraná não faz sentido processual. O endereço da instrução processual demanda a permanência do paciente no Rio de Janeiro, onde responde a ações penais em fase de instrução. Entendo que a transferência não atende aos interesses do processo", argumentou Mendes.

O entendimento foi acompanhado pelo ministro Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli. Edson Fachin votou contra o retorno de Cabral para o Rio, por entender que o ex-governador ainda exerce influência.

Presídio federal:

Na mesma sessão, a turma confirmou uma liminar concedida por Gilmar Mendes, no final do ano passado, para anular a transferência de Cabral para o presídio federal de Campo Grande, que havia sido determinada pelo juiz federal Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal, relator dos processos da Operação Calicute, braço da Lava Jato no Rio, na qual Cabral é réu.

Segundo o magistrado, durante uma audiência, Cabral demonstrou ter informações sobre sua família. O ex-governador disse saber que a família de Bretas tem negócios com bijuterias e seria a empresa mais importante do ramo no estado.

Na decisão, o ministro disse que a atividade profissional da família de Bretas havia sido divulgada pelo próprio juiz em uma reportagem publicada um mês antes da audiência. Além disso, Mendes entendeu que a transferência seria uma forma injustificada de agravamento da prisão de Cabral.

Bretas:

Em seu voto, Mendes criticou o juiz federal Marcelo Bretas. O ministro acusou o juiz de querer “se fazer o Sérgio Moro do Sudeste" e de receber auxílio-moradia irregularmente.

"É um fato exatamente grave que alguém que preconiza tanta correção e que está muito preocupado com essas questões da exposição de sua família [...] Aquele que é um feliz proprietário de imóveis, que talvez seja um imóvel dos mais ricos do Rio de Janeiro e que recebe auxílio-moradia por sua parte e por parte de sua esposa", disse.

Em janeiro, por meio de uma rede social, Bretas rebateu críticas ao recebimento mensal de auxílio-moradia por ele e a esposa, que também é magistrada. Bretas confirmou que obteve o direito à vantagem na Justiça e justificou que “o direito em questão foi assegurado a cada magistrado individualmente”.

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